UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 23 de Outubro de 2020


Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: ANA ALICE DE ALMEIDA SOARES
27/12/2015 19:37


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANA ALICE DE ALMEIDA SOARES
DATA: 15/01/2016
HORA: 08:30
LOCAL: SALA 27 CENTRO DE PESQUISAS BIOMÉDICAS
TÍTULO: Avaliação do desempenho físico e da função pulmonar de crianças com rinite e/ou asma após o TC6m
PALAVRAS-CHAVES: Asma. Rinite. Crianças. Testes de função pulmonar. Força muscular. Músculos respiratórios. Exercício físico. Qualidade de vida.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

Rinite e asma possuem elevadas taxas de prevalência e morbidade, com aumento das suas manifestações nas últimas duas a três décadas em todo o mundo. Estudos mostram a coexistência das duas doenças no mesmo indivíduo e a rinite como fator de risco para o surgimento futuro da asma. A prática da atividade física costuma ser desmotivada em crianças asmáticas, em função de sua menor tolerância ao exercício físico causada pela capacidade ventilatória reduzida e maior sensação de dispneia. Constitui um fator desencadeante de broncoespasmo não só em crianças com asma, como também nas portadoras de rinite. Assim, o presente estudo se propôs a avaliar a força muscular respiratória (Pimax e Pemax), a função pulmonar (fluxos e volumes) e a capacidade de exercício submáximo (TC6m) de crianças com rinite e/ou asma, compará-las com o desempenho de crianças saudáveis, e conhecer o comportamento de cada grupo quanto à evolução dos parâmetros espirométricos e das pressões respiratórias máximas após o exercício. Trata-se de um estudo transversal e analítico, realizado com crianças de idade entre 6 e 12 anos, em acompanhamento ambulatorial. Foram incluídas 115 crianças, sendo 27 saudáveis (S), 31 com rinite (R) e 57 com asma (A), esta classificada como leve (31 com a doença controlada e 26 com o controle parcial). Do total da amostra, 66 crianças (57,4%) relataram atividade física regular. Do grupo A, 94,73% possuíam rinite associada. Não houve diferenças significativas quanto a medidas antropométricas, dados demográficos e nível de atividade física entre os grupos. A distância total percorrida no TC6m e os sinais vitais mensurados antes e após o teste foram semelhantes entre os três grupos. Porém, as crianças com asma apresentaram pior desempenho físico, percorrendo uma distância inferior à prevista para a sua idade, peso e altura (p = 0,0007), independente do controle da doença. Pimax e parâmetros espirométricos se mostraram inferiores no grupo A em relação aos grupos R e S antes e após o TC6m. Comparado aos valores pré-teste, os parâmetros de obstrução de vias aéreas diminuíram significativamente após a caminhada somente nos grupos A e R. Crianças com rinite, sem história clínica de asma, se comportaram de maneira semelhante aos pacientes asmáticos, quanto à força muscular respiratória e evolução da função pulmonar após o esforço submáximo, reforçando o conceito de doença vias aéreas unidas. A despeito da doença leve, as alterações funcionais ocasionadas pela caminhada sugerem a indicação de um programa de condicionamento físico para esses pacientes.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANDREZZA FRANÇA PINTO
Externo à Instituição - JOSE BARRETO NETO
Presidente - 2013648 - VITOR OLIVEIRA CARVALHO

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2020 - UFRN v3.5.16 -r12712-85cc87cea5