UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 20 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: RAFAELA CRISTIANE ANDRADE SANTOS
23/09/2015 09:02


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RAFAELA CRISTIANE ANDRADE SANTOS
DATA: 23/09/2015
HORA: 09:00
LOCAL: Sala de Video Conferência da RENORBIO-UFS
TÍTULO: Produção de bioaromas utilizando como matéria prima do processo fermentativo resíduo agroindustrial
PALAVRAS-CHAVES: Ceratocystis fimbriata, manipueira in natura, manipueira hidrolisada, fermentação, acetato de etila
PÁGINAS: 125
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Química
SUBÁREA: Operações Industriais e Equipamentos para Engenharia Química
ESPECIALIDADE: Operações Características de Processos Bioquímicos
RESUMO:

O aroma é um dos componentes de grande importância na qualidade sensorial dos alimentos e consiste numa mistura de uma grande variedade de compostos que podem estar presentes em diferentes proporções, com a predominância de um deles, tais como: alcoóis, ácidos, cetonas, lactonas, ésteres e aldeídos. Os compostos de aromas podem ser produzidos através de processos fermentativos (fermentação submersa e fermentação em estado sólido), por microrganismos, como os fungos, as leveduras e as bactérias, que secretam enzimas no meio fermentado, as quais quebram ligações químicas e liberam os compostos voláteis e outros metabólitos. Tais processos podem utilizar resíduos agroindustriais como substrato, reduzindo assim, os custos com a produção e os impactos ambientais. A manipueira, resíduo líquido tóxico e muito poluente, é produzida durante o processamento da mandioca para a obtenção de farinha e fécula. Devido ao seu elevado teor de matéria orgânica, pode ser utilizada como substrato para a produção do aroma frutal acetato de etila, composto de interesse industrial. Neste contexto, o objetivo deste trabalho é produzir o aroma frutal acetato de etila, através do fungo Ceratocystis fimbriata e tendo como substratos a manipueira nas formas “in natura” e hidrolisada. Para isso, foi realizado um planejamento experimental 22, com três repetições no ponto central, variando-se a agitação (rpm) e o volume (mL). Para a manipueira na forma hidrolisada, realizou-se a hidrólise com solução de HCl e em seguida o pH foi alterado de 3,0 para 6,0 com solução de NaOH. Os experimentos para a manipueira in natura e hidrolisada foram conduzidos, durante 6 dias, em Erlenmeyers de 250 mL, pH 6,0, 30 °C e 1 mL de suspensão de esporos contendo 106 esporos/mL. A determinação da biomassa foi realizada pelo método do peso seco. O consumo do substrato foi avaliado pelo método do DNS e a concentração do acetato de etila foi determinada pelo método do headspace. A concentração de açúcares tanto na manipueira hidrolisada como na in natura apresentou um decréscimo em torno de 90% nas últimas horas de fermentação. Na manipueira in natura, a maior biomassa foi de 16,34 g/L, no experimento 7, em 24 horas de fermentação, e na manipueira hidrolisada foi de 15,65 g/L nas mesmas condições. A maior produção do acetato de etila foi de 2166 ppm para a manipueira in natura e 2043 ppm para a manipueira hidrolisada, ambas em 72 horas de fermentação e no experimento 2.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2178474 - ROBERTO RODRIGUES DE SOUZA
Interno - 2335200 - CHARLES DOS SANTOS ESTEVAM
Externo ao Programa - 2481282 - ALESSANDRA ALMEIDA CASTRO PAGANI
Externo ao Programa - 2581604 - CRISTINA FERRAZ SILVA
Externo ao Programa - 426680 - GABRIEL FRANCISCO DA SILVA

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