UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: CARLOS RODOLFO TAVARES DE GOIS
10/09/2015 11:20


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CARLOS RODOLFO TAVARES DE GOIS
DATA: 16/10/2015
HORA: 15:00
LOCAL: sala 27 Centro de Pesquisas Biomédicas
TÍTULO: HIPERTROFIA ADENOTONSILAR EM CRIANÇAS COM ANEMIA FALCIFORME
PALAVRAS-CHAVES: Hipertrofia; Tonsila Faríngea; Tonsila Palatina; Anemia Falciforme
PÁGINAS: 45
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

A hipertrofia adenotonsilar (HAT) parece ser mais frequente e com tendência a prolongar-se em crianças com anemia falciforme (AF), o que traz um impacto negativo na medida em que aumenta a recorrência de faringites e leva a distúrbios respiratórios do sono (DRS), elevando assim o risco de polimerização da hemoglobina S e, consequentemente, fenômenos vasoclusivos e outras complicações. O objetivo do trabalho foi estudar a associação entre AF e HAT em crianças de dois a seis anos de idade. Trata-se de um estudo observacional analítico, constituído por um grupo-estudo composto por crianças com AF, e de um grupo-controle formado por crianças sem a referida doença. Todas as crianças foram submetidas a orofaringoscopia com luz frontal e vídeo-endoscopia nasal, enquanto os pais e/ou responsáveis responderam as questões da subescala de DRS da Escala de Distúrbio do Sono em Crianças (ESDC). Doze crianças do grupo-estudo (24,49%) e oito crianças do grupo-controle (22,8%) apresentaram HAT, não havendo diferença significativa entre as frequências nos dois grupos (p=0,074). Não houve associação com o gênero nem no grupo-estudo (p=0,282), nem no grupo-controle (p=0,427). Também não houve associação entre HAT e idade em nenhum dos grupos (p=0,481 no grupo-estudo e p=0,448 no grupo-controle). Quanto à associação entre o escore da subescala de DRS da EDSC e a presença ou não de HAT, encontrou-se significância estatística no grupo-estudo (p=0,011), mas não no grupo-controle (p=0,06). Concluiu-se que A HAT não esteve associada à AF em crianças pré-escolares na amostra estudada; a subescala de DRS da EDSC apresentou-se como um instrumento útil para a suspeita diagnóstica de HAT em crianças com AF; não houve associação entre gênero e HAT; e não houve uma idade com maior frequência de HAT em nenhum dos grupos estudados.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1213791 - LUIZ CARLOS FERREIRA DA SILVA
Externo à Instituição - NIVALDO FARIAS VIEIRA
Interno - 577945 - ROSANA CIPOLOTTI

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