UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: PAULO MÁRCIO PEREIRA OLIVEIRA
07/08/2015 08:02


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: PAULO MÁRCIO PEREIRA OLIVEIRA
DATA: 18/08/2015
HORA: 08:00
LOCAL: Sala 27 do Prédio de Pesquisa Biomédicas do HU
TÍTULO: ANÁLISE DA DOR, FUNCIONALIDADE, FORÇA MUSCULAR, EQUILÍBRIO ESTÁTICO E DINÂMICO EM PACIENTES SUBMETIDOS À ARTROPLASTIA TOTAL DO JOELHO
PALAVRAS-CHAVES: artroplastia total do joelho; osteartrose, equilíbrio postural; força muscular, função; dor
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

Introdução. A dor é um sintoma pertinente que pode estar relacionado a alteração do equilíbrio corporal em pacientes portadores de osteoartrose e ATJ. Objetivo. Analisar a intensidade da dor, funcionalidade, força muscular, equilíbrio estático e dinâmico em pacientes submetidos a artroplastia total do joelho (ATJ) e comparar com controles saudáveis. Casuística e Métodos. Participaram do estudo 40 sujeitos, sendo 20 avaliados em três fases: (1) pré-operatório, (2) 6 meses após ATJ e (3) 12 meses após ATJ e 20 sujeitos saudáveis avaliados em um único momento. A avaliação da dor e funcionalidade foram realizados através da Escala Numérica de Dor (NRS) e do Western Ontario and McMaster Universities Arthritis Index (WOMAC), respectivamente. O equilíbrio corporal estático foi avaliado por meio de estabilometria, mensurando-se área de oscilação do centro de oscilação de pressão (área do COP) e velocidade média do centro de oscilação de pressão (VM do COP). O equilíbrio dinâmico foi avaliado através do Star Excursion Balance Test (SEBT). E a força dos músculos dos membros inferiores foi mensurada através de um dinamômetro manual. Resultados. A intensidade da dor no joelho dos sujeitos submetidos a ATJ foi significativamente maior na fase pré-operatória (4,05 ± 0,84) em relação às medidas realizadas seis (1,95 ± 0,62; p<0,0001) e 12 meses (1,9 ± 0,64; p<0,007) após a cirurgia. Observou-se aumento significativo do escore do WOMAC do membro operado aos 6 (26,43 ± 5,508) e 12 meses (31,48 ± 3,92) após a cirurgia quando comparado ao período pré-operatório (52,33 ± 3,89; p<0,01). Nas comparações intragrupos na direção AP, a VM do COP aumentou significativamente, no grupo ATJ, no momento de 6M (2,90 ± 0,36 mm/s) e 12M (2,30 ± 0,31 mm/s) quando comparada ao pré-operatório (1,98 ± 0,16 mm/s; p<0,05). Não houve diferença significativa em relação à área do COP nas comparações intra (p=0,33) e intergrupos (p=0,22). O equilíbrio dinâmico nas comparações intragrupos aumentou de forma significativa em 6M (p=0,001) e 12M (p<0,01) quando comparado ao pré-operatório. Houve aumento significativo da força dos músculos do quadril e joelho nos pacientes operados seis e 12 meses após a cirurgia em comparação ao período pré-operatório (P< 0,05). Ao comparar os controles saudáveis com o grupo ATJ observou uma menor intensidade dolorosa, melhor funcionalidade, maior força muscular, equilíbrio estático e dinâmico do grupo controle em relação aos períodos pré-operatório, 6M e 12M do grupo ATJ (p<0,001). Conclusão. A intensidade da dor influência de forma negativa na funcionalidade, força muscular, no equilíbrio estático e dinâmico em pacientes portadores de osteoartrose severa e ATJ em relação a controles saudáveis.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2013648 - VITOR OLIVEIRA CARVALHO
Interno - 1213791 - LUIZ CARLOS FERREIRA DA SILVA
Externo ao Programa - 2864087 - JADER PEREIRA DE FARIAS NETO
Externo ao Programa - 2034694 - KARINA LAURENTI SATO
Externo ao Programa - 2693948 - MIBURGE BOLIVAR GOIS JUNIOR

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