UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: RONALDO FERNANDES PEREIRA
06/05/2015 15:18


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RONALDO FERNANDES PEREIRA
DATA: 21/05/2015
HORA: 08:30
LOCAL: Sala de Vídeo Conferencia da Renorbio - Polo de Gestão - Centro de Vivência UFS
TÍTULO: PROSPECÇÃO E IDENTIFICAÇÃO BOTÂNICA DE PÓLENS APÍCOLAS MONOFLORAIS PARA FINS BIOTECNOLOGICOS
PALAVRAS-CHAVES: Aminoácidos livres, Compostos Fenólicos, Proteina Total, Aminoácidos de cadeia ramificada; Viabilidade Produtiva, Viabilidade econômica;
PÁGINAS: 186
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Genética
SUBÁREA: Genética Molecular e de Microorganismos
RESUMO:

O pólen apícola produzido por Apis mellifera L. é uma matéria-prima natural com diversas aplicações nas áreas da saúde e nas indústrias de alimento, química e farmacêutica. As pesquisas atuais abordam pólens apícolas multiflorais, sendo escassos estudos com tipos monoflorais. Com base em entrevistas com apicultores da região nordeste do Brasil analisou sete tipos de pólens apícolas com potencial a produção monofloral, sendo quatro espécies de palmeiras coco da bahia (Cocos nucifera); Dendê (Elaeis guineensis); Piaçava (Attalea funifera); Ouricuri (Syagrus coronata); duas leguminosas Sabiá (Mimosa caesalpiniifolia); Jurema preta (Mimosa tenuiflora); e uma planta herbácea Beldroega (Portulaca oleracea). Foram identificados e quantificados 17 tipos de aminoácidos livres, sendo 8 essenciais onde índices (mg/g de proteina) foram superiores ao recomendado pela Organização mundial da Saúde (FAO/OMS) em todos os tipos de pólens analisados. O aminoácido livre (total) em maior quantidade foi o ácido glutâmico (680,39 mg/g de proteína), seguido da leucina (590,79 mg/g), da prolina (523,30 mg/g) e do ácido aspártico (521,3mg/g). Para os compostos fenólicos o método utilizado possibilitou a identificação e quantificação de 8 tipos, sendo cinco ácidos fenólicos (ácido p-cumárico, ácido abscisico, ácido trans cinâmico, ácido cafeico, ácido gálico) e três flavonoides (narigerina, rutina e Quercetina) o único composto presente em todas as amostras foi o ácido p-cumárico variando de 3,03 a 48,51 mg/g de pólen. As leguminosas M. caesalpiniifolia e M. tenuiflora apresentaram os maiores números de compostos fenólicos comparando com as palmeiras, destacando a quercetina que apareceu somente em M. tenuiflora (106,12 mg/g de pólen apícola). Os resultados físico-químicos entre as fontes botânicas apresentaram diferenças entre palmeiras e leguminosas, sendo que as leguminosas apresentaram os maiores índices de proteínas e lipídeos e baixos teores de açucares redutores. Na análise de viabilidade produtiva e econômica M. tenuiflora registrou a maior produtividade (188,9 g/colmeia/dia) e o menor ciclo produtivo cinco dias. O maior cinclo produtivo foi de 330 dias para C. nucifera. O pólen apícola monofloral das palmeiras apresentaram viabilidades produtiva e econômica visando o mercado atual, entretanto com base na composição fenólica e de aminoácidos todos os tipos de polens apícolas apresentam viabilidades para o mercado biotecnológico de compostos químicos e alimentação funcional com destaque aos tipos polínicos de leguminosas.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2335200 - CHARLES DOS SANTOS ESTEVAM
Interno - 2022042 - DANIEL PEREIRA DA SILVA
Presidente - 1690189 - EDILSON DIVINO DE ARAUJO
Externo ao Programa - 1352277 - GENESIO TAMARA RIBEIRO
Externo à Instituição - KATIA PERES GRAMACHO
Externo ao Programa - 2026761 - MARCUS VINICIUS DE ARAGAO BATISTA
Externo ao Programa - 2180134 - SILMARA DE MORAES PANTALEAO

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