UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 18 de Setembro de 2021


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Banca de DEFESA: GILVAN DA COSTA SANTANA
22/04/2015 10:16


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GILVAN DA COSTA SANTANA
DATA: 27/04/2015
HORA: 15:00
LOCAL: MINIAUDITÓRIO DO CAMPUS PROF ALBERTO CARVALHO
TÍTULO: REFERENCIAÇÃO EM GÊNERO DISCURSIVO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO COM ANÁFORA DIRETA EM PRODUÇÃO DE TEXTO DISSERTATIVO
PALAVRAS-CHAVES: Linguística Textual; Referenciação; Coesão; Gêneros de Discurso
PÁGINAS: 82
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Letras
SUBÁREA: Língua Portuguesa
RESUMO:

O ensino de Língua Portuguesa escrita deve pressupor a análise de recursos expressivos presentes em cada contexto do indivíduo. Trata-se da necessidade de abordagem da escrita como processo, fruto de um trabalho de reflexão sobre a linguagem e conhecimento sobre a constituição e funcionamento da língua. O que se deve efetivar é um ensino produtivo para aquisição e aprimoramento de habilidades linguísticas. Para consecução dos objetivos desta empreitada, foram desenvolvidos precipuamente estudos teóricos que envolveram os seguintes aspectos: gêneros de discurso e multimodalidade; ensino de língua portuguesa na perspectiva dos PCN; processos, recursos e mecanismos de referenciação. Isso posto, neste TCF, faz-se uma reflexão sobre linguagem e sua realização, partindo-se de textos, expressões referenciais e situações de construção da textualidade. Tudo isso culmina com a proposta didática de oportunizar o contato dos alunos com referenciação como processo discursivo de construção de textos, lançando mão de atividades que levem os alunos a operar esse recurso. O emprego da referenciação é um dos frequentes problemas no estabelecimento de coesão e coerência em textos produzidos pelos alunos de nono ano. Com nossa experiência, visamos a um contributo de compreensão e aplicação de tal processo no sentido de colaboração em busca de dirimir dificuldades do professor e do aluno em termos didático-pedagógicos na abordagem desse aspecto de produção textual. Ao longo do percurso, chegamos a algumas elucidações bem pertinentes. Destaquemo-las: sobre a anáfora como processo de referenciação, é preciso desconstruir a ideia que concebe o pronome como a única classe de palavra que pode se constituir como anafórica; a anáfora é um fenômeno semântico textual não só correferencial (anáfora direta - cotextual) mas também inferencial (anáfora indireta – contextual); fundamental é que se construam cadeias de referenciação significativas, estabelecendo-se unidade coesiva por meio desse procedimento.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 3443837 - MARIA EMILIA DE RODAT DE AGUIAR BARRETO BARROS
Externo ao Programa - 1785624 - LAURA CAMILA BRAZ DE ALMEIDA
Externo ao Programa - 2184482 - LILIAN CRISTINA MONTEIRO FRANCA

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