UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 27 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: MILENA CAROLINE LEITE HENRIQUES
16/04/2015 08:28


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MILENA CAROLINE LEITE HENRIQUES
DATA: 28/04/2015
HORA: 14:00
LOCAL: sala de aula 27 Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: CONSEQUÊNCIAS VISÍVEIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO EM SERGIPE: IMPACTO SOBRE A INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL
PALAVRAS-CHAVES: acidentes de trânsito; consequências de acidentes; morbidade; incapacidade.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Os acidentes de trânsito constituem um grave problema de saúde pública crescente na vida da população que causa importante impacto econômico, além de elevados números de óbitos, bem como incapacidades temporárias e permanentes, dor e sofrimento. Diante dessa problemática realizou-se um estudo observacional, quantitativo, analítico, longitudinal com o objetivo de avaliar o grau de incapacidade funcional, mortalidade, lesões e a evolução hospitalar em vítimas de acidentes de trânsito, por meio da avaliação da Medida de Independência Funcional (MIF). A amostra constituiu-se de 125 vítimas de acidentes de trânsito internadas entre novembro de 2013 e maio de 2014 em um Centro de Referência ao Trauma em Sergipe. As variáveis categóricas foram expressas mediante frequência simples, porcentagem e seus respectivos intervalos de confiança (IC) de 95%. A estimativa do IC de 95%foi realizada mediante a técnica de “Bootstrap”. A análise de agrupamento dos sujeitos foi efetuada pela análise de “Cluster” hierárquica com o objetivo de estratificar os acidentados segundo os fatores de similaridade.Os resultados evidenciaram uma predominância das vítimas jovens com média de idade de 34,0 ± 15,2 anos, sexo masculino (85,6%), motociclistas (82,4%), que apresentaram lesões, principalmente, em membros inferiores (60,8%) e cabeça e face (52%), e obtiveram como diagnósticos mais frequentes, fratura exposta (49,6%), seguido de trauma cranioencefálico (43,2%). No momento da admissão, 80,8% da amostra possuía algum grau de incapacidade funcional, ao passo que na alta hospitalar 76,5% retornaram para suas residências com algum comprometimento funcional. Percebe-se assim, o impacto das consequências dos acidentes de trânsito sobre a morbimortalidade com comprometimento da independência funcional em indivíduos jovens ainda no momento da hospitalização.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2356666 - MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA RIBEIRO
Externo à Instituição - PAULO AUTRAN LEITE LIMA
Interno - 285906 - ROQUE PACHECO DE ALMEIDA

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