UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: RONALDO FERNANDES PEREIRA
01/04/2015 16:36


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RONALDO FERNANDES PEREIRA
DATA: 16/04/2015
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de Vídeo Conferencia da Secretaria da Renorbio Universidade Federal de Sergipe
TÍTULO: Prospecção e identificação botânica de pólens apícolas monoflorais para fins biotecnologicos
PALAVRAS-CHAVES: Aminoácidos livres, Compostos Fenólicos, Proteínas totais, Origem Botânica, Viabilidade Produtiva, Viabilidade econômica;
PÁGINAS: 186
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Genética
SUBÁREA: Genética Molecular e de Microorganismos
RESUMO:

Resumo

O pólen apícola produzido por Apis melífera é uma matéria prima natural com aplicação nas indústrias de alimento, química e farmacêutica. As pesquisas atuais com pólen apícola abordam pólens multiflorais, devido a exploração da atividade ser sustentada em áreas florestais nativas, demonstrando uma base extrativista sendo escassos estudos com pólens apícolas monoflorais. Esse estudo analisou sete tipos de pólens apícolas de origem monofloral, sendo respectivamente quatro espécies de palmeiras Cocos nucifera; Elaeis guineenis; Attalea funifera; Syagrus coronata; duas leguminosas Mimosa caesalpiniifolia; Mimosa tenuiflora; e uma planta herbácea Portulaca oleracea. A metodologia baseou-se em análises palinológicas, físico-químicas, aminoácidos totais e compostos bioativos por meio de HPLC-DAD. Os resultados apontaram diferenciação físico-química entre as fontes botânicas onde as leguminosas tiveram os maiores índices de proteínas 35,6 g/100g e 29,8g/100g e para lipídeos 18,1% em M.caesalpiniifolia. Quanto a composição de aminoácidos foram identificados dezessete tipos, sendo oito essenciais onde todos os tipos de polens analisados tiveram índices superiores ao recomendado pela FAO/OMS em mais de 20%. O aminoácido livre em maior quantidade foi o ácido glutâmico (680,39 mg/g de proteína), seguido da leucina (590,79 mg/g), da prolina (523,30 mg/g) e do acido aspártico (521,3mg/g). Foram identificados e quantificados de oito compostos fenólicos pelo método HPLC-DAD sendo Ácido p-cumarico, Ácido abscisico, Ácido Trans cinâmico, Ácido cafeico, Ácido gálico e os flavonoides Narigerina, Rutina, Quercetina. O ácido p-cumarico esteve presentes em todas as amostras variando de 3,03 a 48,51 mg/g s e os flavonoides Rutina e Quercetina apareceram somente em C. nucifera e M. tenuiflora respectivamente. As leguminosas M. caesalpiniifolia e M. tenuiflora apresentaram um numero maior de compostos em relação as palmeiras com destaque a concentração de Quercetina em M. tenuiflora (106,12 mg/g) Em termos produtivos todas as fontes botânicas produziram acima de 80 g/colmeia/dia, sendo que M. tenuiflora registrou a maior produtividade (188,9 g/colmeia/dia) seguido de A. funifera (156,8 g/colmeia/dia). O menor ciclo produtivo foi de 05 dias registrado para M. tenuiflora e o maior de 330 dias para C. nucifera. As espécie de palmeiras apresentaram maior viabilidade produtiva e econômica em relação as outras fontes econômicas, sendo que todas possuem viabilidade econômicas no contexto biotecnológico, devido a presença de quantidades expressivas de proteínas, aminoácidos e compostos bioativos.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2335200 - CHARLES DOS SANTOS ESTEVAM
Interno - 2022042 - DANIEL PEREIRA DA SILVA
Presidente - 1690189 - EDILSON DIVINO DE ARAUJO
Externo à Instituição - KATIA PERES GRAMACHO
Externo ao Programa - 2026761 - MARCUS VINICIUS DE ARAGAO BATISTA
Externo ao Programa - 2180134 - SILMARA DE MORAES PANTALEAO

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