UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 29 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: CAROLINA SAMARA LIMA FRANCA BEZERRA
31/03/2015 13:23


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAROLINA SAMARA LIMA FRANCA BEZERRA
DATA: 29/04/2015
HORA: 08:00
LOCAL: A definir
TÍTULO: Reconciliação Medicamentosa em Pacientes Cirúrgicos em um Hospital do Estado de Sergipe.
PALAVRAS-CHAVES: Reconciliação medicamentosa, Pacientes pós-cirúrgicos, polifarmácia, segurança do paciente.
PÁGINAS: 75
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

O processo de reconciliação de medicamentos (RM) tem grande impacto na prevenção de eventos adversos e erros relacionados a medicamentos e consiste num procedimento de validação sistemática e designa um processo formal de obtenção de uma lista completa e precisa dos medicamentos atuais que o paciente utiliza no domicílio que é comparada com a lista de prescrição hospitalar. As discrepâncias encontradas durante o processo de reconciliação de medicamentos podem ser consideradas erros de medicamentos com potencial para causar danos aos pacientes. Isso se torna mais agravante quando pacientes polimedicados, em uso de três ou mais medicamentos no domicílio, e que possuem histórico de outros problemas de saúde, são submetidos a procedimento cirúrgico de urgência. O objetivo do trabalho foi realizar a Reconciliação Medicamentosa em pacientes polimedicados submetidos a procedimento cirúrgico. O trabalho foi realizado no Hospital de Urgências de Sergipe (HUSE), entrevistando todos os pacientes admitidos no internamento cirúrgico no período de Agosto a Novembro de 2014, foram incluídos no estudo os maiores de 18 anos que possuíam três ou mais medicamentos em uso no domicílio. A história da medicação foi levantada junto ao paciente, familiar, acompanhante e registros do prontuário, posteriormente feita avaliação das discrepâncias presentes e elaborado a intervenção Farmacêutica. Os resultados parciais demonstram que 29% dos pacientes admitidos atenderam ao critério de inclusão, com média de idade de 64 anos (+/- 10 anos). As discrepâncias que aparecem com maior frequência são a omissão dos medicamentos do domicílio na prescrição hospitalar, seguida da dose incorreta e entre as classes terapêuticas envolvidas nas discrepâncias estão os anti-hipertensivos. Nas discrepâncias encontradas foram realizadas 12 intervenções farmacêuticas juntamente com a equipe médica e de enfermagem, com aceitação de 8 (67%) delas pelo médico prescritor, onde fez adequação da prescrição hospitalar. Os programas de

reconciliação medicamentosa ao permitirem identificar discrepâncias entre a lista de medicamentos de uso crônico e o perfil farmacoterapêutico do paciente após internamento, fornece os dados necessários que permitam suportar uma revisão terapêutica adequada, muito podem contribuir para o aumento da segurança do paciente.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1334092 - FRANCILENE AMARAL DA SILVA
Externo ao Programa - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES
Interno - 1694328 - WELLINGTON BARROS DA SILVA

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