UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 24 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: LUANA MARINA DE CASTRO MENDONÇA
06/02/2015 18:00


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUANA MARINA DE CASTRO MENDONÇA
DATA: 26/02/2015
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 06 do Bloco A do Departamento de Biologia da UFS
TÍTULO: COMPOSIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA FAUNA DE INVERTEBRADOS ACOMPANHANTE DA PESCA DO CAMARÃO SETE-BARBAS (Xiphopenaeus kroyeri) NA PLATAFORMA CONTINENTAL DE SERGIPE
PALAVRAS-CHAVES: Megafauna; Megabentos; Bentos; Pesca
PÁGINAS: 40
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Ecologia
SUBÁREA: Ecologia de Ecossistemas
RESUMO:

A pesca é uma das atividades mais antigas desenvolvidas pelo homem, mas apenas com inovações como o motor a vapor, casco de aço e rede-de-arrasto seu poder e eficiência foi ampliado. Apesar da eficiência na captura, a rede-de-arrasto constitui uma ameaça para os hábitats em que atua, pois deixa cicatrizes no fundo, arranca animais do substrato, desloca e revira sedimentos, dentre muitos outros impactos. Outra problemática envolvida nos arrastos é a captura de espécies sem valor comercial ou juvenis de espécies comerciais que são devolvidos ao mar geralmente mortos. Essa fauna denominada de rejeito ou descarte constitui um componente importante da megafauna, pois possuem tamanho suficiente para serem arrastados junto com o produto da pesca. Os organismos da megafauna mais frequentemente capturados nos arrastos da pesca são os peixes, os crustáceos, os moluscos, os equinodermos e em menor quantidade diversos outros grupos de invertebrados. Nos resultados dos estudos sobre a megafauna de plataformas dos diversos estados do Brasil foram encontrados os crustáceos como o grupo com maior riqueza, seguidos pelos moluscos ou pelos equinodermos, dependendo da plataforma considerada. A composição específica de cada localidade é diferenciada, no entanto, algumas espécies são citadas em muitos locais como as mais abundantes e, entre elas estão: Callinectes danae, Callinectes ornatus e Xiphopenaeus kroyeri, (Crustacea); Astropecten marginatus (Echinodermata) e Olivancillaria urceus (Mollusca). O estudo de padrões estruturais das comunidades megabênticas é necessário para uma melhor compreensão do funcionamento e variabilidade das populações naturais que compõe o ecossistema, sendo requisito fundamental para a análise de áreas perturbadas ou sujeitas a perturbações e para o estabelecimento de programas de monitoramento e conservação. Dessa forma, este trabalho tem o objetivo de descrever a composição e distribuição espaço-temporal da fauna acompanhante dos arrastos da pesca de camarão sete-barbas (Xiphopenaeus kroyeri) na plataforma continental de Sergipe e correlacionar a mesma com os parâmetros abióticos obtidos. As hipóteses a serem testadas são: H0 – Há variabilidade temporal na composição e distribuição da fauna acompanhante da pesca do camarão X. kroyeri na plataforma continental de Sergipe e; H1 – Há variabilidade espacial na fauna acompanhante da pesca do camarão X. kroyeri na plataforma continental de Sergipe.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - DOUGLAS FERNANDES RODRIGUES ALVES
Presidente - 1775420 - GUSTAVO LUIS HIROSE
Interno - 1857524 - JEAMYLLE NILIN GONCALVES

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