UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: JORGE LUIZ DE ALMEIDA TEIXEIRA
14/01/2015 11:47


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JORGE LUIZ DE ALMEIDA TEIXEIRA
DATA: 30/01/2015
HORA: 10:00
LOCAL: sala de aula 27 Centro de Pesquisas Biomédicas/HU
TÍTULO: LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO DA FISSURA LABIAL E/OU PALATINA NO ESTADO DE SERGIPE
PALAVRAS-CHAVES: Fenda Labial; Fissura Palatina; Incidência; Prevalência.
PÁGINAS: 62
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO:

A fissura labial e/ou palatina (FLP) resulta de má formação congênita decorrente de falhas no desenvolvimento ou na maturação dos processos embrionários. A obtenção de dados sobre a incidência FLP não é difícil, por ser uma malformação de fácil visualização. Entretanto, no Brasil, os dados epidemiológicos referentes à FLP não são precisos. O objetivo dessa pesquisa é realizar o levantamento epidemiológico daFLP no estado de Sergipe. Para a determinação da incidência, foi realizado um estudo observacional,longitudinal, prospectivo. Foram incluídos todos os nascidos vivos portadores de FLP do estado de Sergipe, por um período de um ano.Para tanto, foi utilizado como instrumento de coleta o exame clínico e o roteiro de entrevista. Além disso, foi distribuído um folder explicativo para as maternidades e os municípios, que continha informações claras e objetivas sobre a malformação e para onde os portadores de FLP deveriam ser encaminhados (Sociedade Especializada no Atendimento ao Fissurado do Estado de Sergipe- SEAFESE).Foi realizado um acompanhamento com as equipes de epidemiologia de cada município do estado de Sergipe e nas maternidades da capital e do interior.Esses indivíduos foram recrutados a comparecer àSEAFESE, para realização da coleta dos dados. Já para a determinação da prevalência, foi realizado um estudo observacional,transversal, retrospectivo. Para isso, foi feito um levantamento de todos os prontuários dos pacientes da SEAFESE atendidos entre outubro de 2003 e março de 2014. Foram excluídos prontuários incompletos e pacientes de outros estados. Encontrou-se 669 fissurados registrados na SEAFESE, a média de idade dessa população foi de 15,3 anos, com uma renda mensal entre um e dois salários mínimos, natural do interior do estado de Sergipe e dependente do Sistema Único de Saúde (SUS). A fissura mais ocorrente foi a transforame (48,1%), seguida pela pós-forame (26,8%) e pré-forame (25,1%). Observou-se maior frequência das fissuras unilaterais (72,4%). Foi encontrada uma prevalência de 0,46:1000, . Quanto à incidência, foi observada uma taxa de 0,78:1000, através da busca ativa. Já com os dados do SINASC, a incidência foi de 0,54:1000, isso porque, houve uma subnotificação de 08 casos de FLP no SINASC, quando comparado com os resultados da nossa pesquisa. Assim, pode-se concluir que houve uma subnotificação dos casos de FLP no estado de Sergipe. Na análise da prevalência, a população foi, predominantemente, de um perfil sócio demográfico de baixa renda e de indivíduos oriundos do interior do estado, distribuída igualmente entre os sexos.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 991949 - JEFERSON SAMPAIO DAVILA
Interno - 3545451 - PAULO RICARDO SAQUETE MARTINS FILHO
Interno - 577945 - ROSANA CIPOLOTTI

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