UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: ERONEIDE SOUZA DE BRITO CARDOSO
10/07/2014 09:49


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ERONEIDE SOUZA DE BRITO CARDOSO
DATA: 30/07/2014
HORA: 09:00
LOCAL: Campus da Saúde, NPGME, Sala 27
TÍTULO: Efeito do Timol no Modelo de Lesão Muscular Esquelética Induzida por Cadiotoxina em Camundongos
PALAVRAS-CHAVES: timol, lesão muscular, cardiotoxina, inflamação, colágeno, mastócitos
PÁGINAS: 57
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

O músculo esquelético possui uma notável capacidade de regeneração em resposta à injúria. O reparo de um tecido lesado é um processo biológico complexo que envolve as atividades co-ordenadas de células que infiltram o tecido residente, bem como uma resposta a sinais locais e sistêmicos. Após lesão nos tecidos, a infiltração de células inflamatórias, seguida de ativação e proliferação de células tronco residentes tornam-se a primeira linha de defesa para restaurar a homeostase do tecido. A cardiotoxina é um peptídeo extraído do veneno de cobra que induz a desorganização do sarcolema. Ela produz uma forma bastante reproduzível de lesão muscular, onde sua atividade miotóxica leva a destruição da miofibra por uma rápida indução de despolarização na membrana da fibra muscular. O timol, que é um monoterpeno natural, possui propriedades antibióticas e anti-inflamatórias e ainda não foi testado em modelos de lesões musculares. Este trabalho teve como objetivo estudar o efeito do timol no processo de inflamação e regeneração do músculo esquelético, utilizando o modelo de lesão muscular induzida pela cardiotoxina. Podemos observar que nos animais tratados com timol nas doses de 30 mg/kg e 100 mg/kg, houve diminuição da migração de células inflamatórias 3 dias após lesão por cardiotoxina. O timol na dose de 100 mg/kg também foi capaz de ativar o processo regenerativo 3 dias após lesão, evidenciada por uma alta expressão de colágeno e fibras regenerando. Os grupos de animais tratados com timol não apresentaram diferença representativa no número de mastócitos em 3, 7 e 10 dias após lesão, diferente do grupo que recebeu apenas veículo que teve aumento de mastócitos 10 dias após lesão. Esses resultados mostram que o timol possui efeito anti-inflamatório no modelo de lesão por cardiotoxina e restaura o músculo lesionado com um tempo inferior ao dos animais não tratados.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - PAULO EMÍLIO CORRÊA LEITE
Interno - 1694364 - SANDRA LAUTON SANTOS
Interno - 1547944 - SARA MARIA THOMAZZI

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