UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 26 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: WESLEY SANTOS
27/06/2014 10:04


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: WESLEY SANTOS
DATA: 18/07/2014
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 34 do NUPEC
TÍTULO: O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e o desenvolvimento regional: O caso dos estados da Bahia e Pernambuco (1989-2010)
PALAVRAS-CHAVES: Desenvolvimento regional; Financiamento regional; Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste; Economia nordestina; Economia baiana; Economia pernambucana.
PÁGINAS: 171
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Economia
SUBÁREA: Economia Regional e Urbana
ESPECIALIDADE: Economia Regional
RESUMO:

Esta dissertação tem como proposta avaliar o impacto do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) nas economias estaduais da Bahia e Pernambuco, no período entre 1989-2012. Objetiva nesse sentido verificar se a alocação espacial e setorial dos investimentos tem contribuído para uma melhor distribuição geográfica da atividade econômica cumprindo com seus objetivos. Além disso, analisar o impacto dos mesmos na cadeia produtiva desses Estados, averiguar se os investimentos estão distribuídos de forma prioritária e estimar a geração de empregos com base nos dados da RAIS, verificando a evolução do emprego formal. Para tanto o nosso recorte territorial é por microrregiões com base na classificação do IBGE e nossa principal base de dados, além das fontes já citadas compreende também os relatórios de gestão do FNE disponibilizados pelo Ministério da Integração Nacional (MI) e gentilmente pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Concluímos que embora os recursos do FNE tenha peso considerável na estruturação da economia nordestina e dos estados em questão, as suas ações foram muito mais condicionadas pela lógica do mercado do que pela articulação junto a uma política nacional de desenvolvimento regional. Entretanto, é inegável a sua contribuição para desconcentração das atividades produtivas dentro da região, ainda que esta desconcentração esteja acontecendo de forma imperfeita e direcionada à poucas regiões e ainda que setores menos complexos sejam os maiores beneficiados. Por fim, concluí-se que a estrutura macroeconômica da região e dos estados analisados, embora impactada pelo FNE, ainda carece de uma atuação mais profícua do setor público na articulação de uma política nacional de desenvolvimento.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 426500 - ELMER NASCIMENTO MATOS
Externo à Instituição - FERNANDO CÉZAR DE MACEDO MOTA
Interno - 426454 - RICARDO OLIVEIRA LACERDA DE MELO

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