UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: CARLOS HENRIQUE DE CARVALHO
23/05/2014 14:19


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CARLOS HENRIQUE DE CARVALHO
DATA: 06/06/2014
HORA: 09:00
LOCAL: Miniauditório do P²CEM
TÍTULO: CONSIDERAÇÕES SOBRE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS NA AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA MECÂNICA À COMPRESSÃO E DETECÇÃO DE CORROSÃO NO CONCRETO ARMADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL.
PALAVRAS-CHAVES: concreto, ensaios não destrutivos, resistência mecânica, corrosão.
PÁGINAS: 131
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia de Materiais e Metalúrgica
RESUMO:

O presente projeto de tese tem em seu escopo geral avaliar o desempenho de materiais e técnicas de medição de propriedades mecânicas e de corrosão frente à degradação das construções especialmente em ambientes agressivos com o fito subliminar de avaliar o uso das técnicas não destrutivas (ENDs) na engenharia diagnóstica da construção civil. Para os estudos de corrosão foram utilizadas as técnicas de ultrassom, resistividade do concreto, medidas de potenciais de corrosão e micromagnéticas em corpos de prova de concreto armado e placas de aço sujeitas ao processo de corrosão eletrolítica acelerado, visando-se obter correlações confiáveis entre as propriedades e a degradação corrosiva dos aços. Apenas com as técnicas micromagnéticas combinadas 3MA-II foram obtidas excelentes correlações e pequenos desvios na detecção da corrosão de placas de aço, demonstrando alta potencialidade dessa nova metodologia. Com o ultrassom e resistividade não foram encontradas correlações. Na avaliação da resistência à compressão foram estudadas correlações entre as velocidades ultrassonoras e índices esclerométricos com essa propriedade mecânica através de um mil e cem (1.100) corpos de prova rompidos nas idades de 3, 7, 14, 21 e 28 dias. Os corpos de prova foram moldados durante a construção da superestrutura (pilares, vigas e lajes) do 3º ao 13º pavimentos de um edifício residencial em Aracaju/Se. Não existiram correlações em quaisquer das idades de cura, tanto com os resultados da obra aos 28 dias como do laboratório nas idades referidas. Correlações confiáveis com o tempo foram obtidas no monitoramento do endurecimento do concreto (cinética da hidratação do cimento) via técnicas de ultrassom, esclerometria, resistividade e resistência à compressão. O estudo também abordou a importância da análise estatística das incertezas nas medições experimentais.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANTONIO DOMINGUES DE FIGUEIREDO
Presidente - 426679 - LEDJANE SILVA BARRETO
Interno - 2027874 - MARCELO ANDRADE MACEDO
Externo ao Programa - 1552491 - MARCOS ANTONIO DE SOUZA SIMPLICIO
Interno - 358689 - SANDRO GRIZA

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