UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 23 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: CYNTIA COELHO DE SOUZA
06/05/2014 12:08


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CYNTIA COELHO DE SOUZA
DATA: 21/05/2014
HORA: 15:00
LOCAL: sala 27 Centro de Pesquisas Biomédicas
TÍTULO: Avaliação da Alterações do sono em Portadores da Doença Charcot-Marie-Tooth tipo 2 em uma Família Multigeracional do Município de Tobias Barreto.
PALAVRAS-CHAVES: Doença de Charcot-Marie-Tooth, CMT, distúrbios respiratórios do sono, Apneia, Escala de Epworth.
PÁGINAS: 120
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
RESUMO:

A doença de Charcot-Marie-Tooth (CMT) caracteriza-se pelo comprometimento dos nervos periféricos de predomínio distal, tendo curso clínico variável. Ao longo de sua evolução, observa-se um quadro de lenta atrofia e fraqueza distal dos membros inferiores, seguido por diminuição da sensibilidade. A doença de CMT pode ser classificada, em desmielinizante (CMT1) ou axonal (CMT2). Poucos trabalhos existem na literatura relacionando a doença de CMT e as características de sono desses pacientes, principalmente CMT2. Portanto, o objetivo desse estudo foi realizar uma avaliação global do padrão de sono, possíveis distúrbios respiratórios do sono (DRS), correlacionar com os sinais piramidais existente nesta população e correlacionar os parâmetros da polissonografia (PSG) com o grau de severidade da doença dos indivíduos com CMT2. Todos os indivíduos eram pertencentes a uma mesma família multigeracional no interior do estado de Sergipe. Foram selecionados dezesseis pacientes aleatoriamente para avaliação de questionários de sono e polissonografia. Os questionários utilizados foram a Escala de sonolência de Epworth que avalia o grau de sonolência diurna excessiva, o Questionário de Pittsburg que avalia as queixas de sono e o questionário de Berlin que avalia o risco para apneia do sono. Também foi realizada a PSG que se caracteriza por dormir uma noite inteira no laboratório do sono para monitorar o sono desses pacientes. Em nossa amostra de pacientes, concluiu-se que houve aumento de roncos, alteração na arquitetura do sono e quanto maior a severidade da doença pior a qualidade do sono, mas não devido aos distúrbios respiratórios ou distúrbios de movimento. A presença de sinais piramidais pareceu não influenciar nos resultados


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2085327 - EDUARDO LUIS DE AQUINO NEVES
Interno - 991949 - JEFERSON SAMPAIO DAVILA
Interno - 1695058 - MARCO ANTONIO PRADO NUNES

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