UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: DEBORA MOURA DA PAIXÃO OLIVEIRA
20/03/2014 10:40


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DEBORA MOURA DA PAIXÃO OLIVEIRA
DATA: 11/04/2014
HORA: 14:00
LOCAL: sala 26 Centro de pesquisas biomédicas
TÍTULO: PROGNÓSTICO DE PACIENTES VÍTIMAS DE TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO APÓS A IMPLANTAÇÃO DE UM PROTOCOLO DE OBSERVAÇÃO DE ENFERMAGEM
PALAVRAS-CHAVES: Mortalidade; Prognóstico; Protocolo; Traumatismo cranioencefálico.
PÁGINAS: 85
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Introdução: O prognóstico do paciente com traumatismo cranioencefálico (TCE) depende da natureza, gravidade da lesão e nível de consciência na admissão. As diferenças nos protocolos de tratamento também podem afetar o prognóstico após TCE. Objetivo: Analisar o prognóstico de vítimas de TCE após a implantação de um protocolo de avaliação de enfermagem. Método: A pesquisa foi desenvolvida em um hospital público de urgência do estado de Sergipe-Brasil. Trata-se de um ensaio clínico aberto apenas com um grupo de intervenção, cego, não randomizado. Verificou-se o número de internamentos, mortalidade por TCE e evolução dos pacientes em um período de seis meses anterior ao uso do protocolo e comparou-se os resultados seis meses após sua implantação. Resultados: O estudo incluiu 480 pacientes com idade entre 14 a 92 anos, média 35,7 anos dp ±16,6 anos. Houve um predomínio de indivíduos do gênero masculino (p=0,02). Observou-se nos grupos Pré e Pós-protocolo maior frequência dos acidentes motociclísticos (X2=0,023). Em relação à gravidade das vítimas 126/301 (57,5%) com TCE moderado e 93/179 (42,5%) com TCE grave foram avaliados com o protocolo (p=0,032). Verificou-se uma frequência de óbitos de 10,2% (49/480). As condições clínicas associadas ao TCE e os achados tomográficos não sofreram influência nos grupos Pré e Pós-protocolo (p=0,07). Houve uma redução significativa (p=0,05) da frequência de óbito de 12,6% para 7,3%; redução na porcentagem de alta com sequela de 32,8% para 22,8%; observou-se maior frequência no percentual de transferência dos pacientes para a unidade de tratamento intensivo (UTI) ou outras instituições. Conclusões: A implantação do protocolo contribuiu para reduzir a frequência de óbitos em pacientes com TCE grave, diminuir as sequelas em pacientes com TCE moderado, aumentar as transferências dos pacientes. O protocolo não reduziu sequelas em pacientes com TCE grave.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2295747 - ANNA KLARA BOHLAND
Interno - 2356666 - MARIA DO CARMO DE OLIVEIRA RIBEIRO

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