UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: SULAMITA CYSNEIROS DAS CHAGAS SANTOS
11/02/2014 10:38


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SULAMITA CYSNEIROS DAS CHAGAS SANTOS
DATA: 27/02/2014
HORA: 08:00
LOCAL: Sala de aula Centro de Pesquisas Biomédicas
TÍTULO: Perfil Audiológico Infantil em Centro de Referência, Baseado na Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva.
PALAVRAS-CHAVES: Perda auditiva, criança, linguagem, política de saúde.
PÁGINAS: 30
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
RESUMO:

INTRODUÇÃO: a audição é a principal fonte de aquisição das habilidades de linguagem, que é um sentido diferenciado da raça humana e essencial para interação dos indivíduos entre si e com o mundo, sendo um veículo facilitador de pensamento e da aprendizagem. As crianças que apresentam deficiência auditiva, na sua maioria demonstram defasagem significativa no desenvolvimento pedagógico e nos aspectos relacionados ao comportamento social e emocional. Atualmente a deficiência auditiva na infância vem sendo discutida no âmbito da saúde pública a fim de determinar e de programar ações em saúde auditiva. Estas objetivam prevenir, identificar, diagnosticar e proporcionar a reabilitação em crianças com perda auditiva de origem congênita ou adquirida. O Ministério da Saúde instituiu a Política de Atenção à Saúde Auditiva em 28 de setembro de 2004, devido necessidade da melhoria na qualidade de vida em portadores de surdez.OBJETIVO: descrever o perfil audiológico das crianças atendidas em serviço público de referência, de acordo com a Política Nacional de Saúde Auditiva.METODOLOGIA: foi realizado estudo analítico descritivo das características audiológicas de crianças, na faixa etária de 0 a 15 anos de idade. Estas foram submetidas aos exames audiológicos. Após confirmação da surdez, foram encaminhadas ao uso de Aparelho de Amplificação Sonora Individual e terapia de reabilitação de fala. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, CAAE 03974112.5.0000.0058. RESULTADOS: dentre as crianças avaliadas, 53,5% foram do sexo feminino. A faixa etária de 11 a 15 anos de idade representou a proporção de 70,5%. Com relação ao município de origem, 33,3% residiam em Aracaju. O acometimento foi bilateral em 96,1% dos casos. Em relação à etiologia, 51,9% das perdas auditivas tiveram causa indeterminada. Verificamos 2,3% de perdas condutivas, 86,1% sensorioneurais e 6,2% perdas mistas. Á análise do grau da perda auditiva, 16,3% apresentaram perda leve a moderada e 78,3% perda severa a profunda. A terapia de reabilitação de fala não foi realizada em 64,3% dos casos. Quanto ao uso de AASI, 98,4% foi do modelo retroauricular e 61,2% foi do tipo classe “A”. CONCLUSÃO: a proporção de protetização em crianças nos primeiros anos de vida foi reduzida. A reabilitação não foi efetivada satisfatoriamente. As surdezes de etiologia idiopática e origem ambiental (rubéola, sarampo, meningite) apresentaram destaque. O tipo sensorioneural bilateral de grau severo a profundo foi mais frequente, na faixa etária de 11 a 15 anos. Apenas 35,7% da população realizou fonoterapia específica. Este fato foi relacionado à procedência destas crianças ter sido de Aracaju, ou seja, próximo ao Serviço de Saúde Auditiva.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 426673 - RICARDO QUEIROZ GURGEL
Externo ao Programa - 2558955 - VALÉRIA MARIA PRADO BARRETO
Externo à Instituição - NEUZA JOSINA SALES

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