UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Setembro de 2021


Notícias

Banca de DEFESA: NAIARA ARAUJO DA COSTA
03/02/2014 09:21


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: NAIARA ARAUJO DA COSTA
DATA: 21/02/2014
HORA: 14:00
LOCAL: NEREN SALA 1
TÍTULO: RESPOSTAS ECOFISIOLÓGICA E BIOQUÍMICA DA ERVA-SAL (Atriplex nummularia Lindl.) AO ESTRESSE SALINO
PALAVRAS-CHAVES: Atriplex nummularia Lindl., estresse salino, biomassa, fotossíntese, prolina, sódio
PÁGINAS: 92
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
SUBÁREA: Fitotecnia
ESPECIALIDADE: Fisiologia de Plantas Cultivadas
RESUMO:

A erva-sal é uma espécie C4 extremamente tolerante aos solos e às águas salinas e possui boa capacidade de acumular quantidades de sais em seus tecidos, servindo também como potencial forrageiro. Portanto, é um excelente material para a identificação de mecanismos fisiológicos e bioquímicos envolvidos na resistência à salinidade. O objetivo deste trabalho foi avaliar as respostas ecofisiológica e bioquímica de erva-sal sob níveis crescentes de NaCl. As plantas foram cultivadas em vasos mantidos em casa de vegetação e irrigadas a cada 2 dias nas concentrações 0, 150, 300, 450 e 600 mM de NaCl ao longo do tempo. O crescimento (altura e diâmetro do caule), trocas gasosas (assimilação fotossintética de CO2 (A), condutância estomática (gs), concentração interna de carbono (Ci), transpiração (E) e déficit de pressão de vapor entre o ar e a folha (DPVfolha-ar)), teor relativo de clorofilas (Chl a, Chl b, Chl total e relação Chl a/b) e teor de prolina nas folhas. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 5x4, sendo 5 níveis de salinidade e 4 períodos de avaliação (0, 15, 30 e 45 dias), com 5 repetições. Aos 60 dias avaliou-se o efeito dos níveis 0, 150 e 300 mM de NaCl no crescimento, biomassa fresca e seca da parte aérea (caule+folhas) e raiz, trocas gasosas, teor relativo de clorofilas, teor de Na+, K+ e relação Na+/K+ na parte aérea e raiz, e teor de prolina nas folhas. O delineamento experimental foi DIC, sendo 3 níveis de salinidade e 5 repetições. Até os 45 dias a erva-sal apresentou um estímulo do crescimento em todos os níveis de NaCl, sendo 0, 150 e 300 mM de NaCl os que apresentaram maiores valores de altura e diâmetro do caule. Quanto às trocas gasosas a erva-sal apresentou um período adaptativo de 15 dias, seguido de incremento da taxa fotossintética. A salinidade induziu um acúmulo de prolina em todos os níveis de NaCl aumentando com o incremento do estresse. Aos 60 dias estresse salino não induziu diferenças significativas no crescimento das plantas, mas promoveu incremento de biomassa fresca e seca até o nível 300 mM de NaCl. Com o aumento da salinidade a erva-sal acumulou mais Na+ que K+, com maior acúmulo na parte aérea que na raiz, e também de prolina nas folhas. Sob salinidade crescente, a erva-sal desenvolve mecanismos fisiológicos e bioquímicos capazes de assegurar seu crescimento, sendo o nível 300 mM de NaCl o que favorece seu máximo de produção.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1562875 - LUIZ FERNANDO GANASSALI DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo ao Programa - 2207731 - CARLOS DIAS DA SILVA JUNIOR
Externo à Instituição - FABRICIO DE OLIVEIRA REIS

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2021 - UFRN v3.5.16 -r16088-62c448d53e