UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 28 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: CAROLINA MENEZES MACIEL
13/01/2014 10:24


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAROLINA MENEZES MACIEL
DATA: 31/01/2014
HORA: 08:00
LOCAL: Auditório do CCBS
TÍTULO: PROTOCOLOS DE REMOÇÃO DE CIMENTO TEMPORÁRIO DA SUPERFÍCIE DE DENTINA PRÉ-HIBRIDIZADA: EFEITO NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO E ESPESSURA DA CAMADA HÍBRIDA
PALAVRAS-CHAVES: Cimentos Dentários; Adesivos Dentinários; Resistência à Tração.
PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
SUBÁREA: Clínica Odontológica
RESUMO:

O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência de união da superfície de dentina selada de forma imediata, quando submetida a diferentes protocolos de tratamento após contaminação com cimento temporário. Além disto, o presente estudo também avaliou a espessura da camada híbrida e analisou a morfologia de superfície da camada de adesivo após diferentes tratamentos. Setenta terceiros molares humanos, livres de cárie, tiveram o esmalte oclusal removido e a dentina desgastada com lixa de granulação 600, até padronização da smear layer. A pré-hibridização da dentina, ou técnica de selamento dentinário imediato (SDI), foi efetuada com adesivo convencional de três passos. Em seguida, restaurações provisórias foram fixadas sobre o SDI com cimento temporário livre de eugenol. As amostras foram armazenadas em 100% de umidade, por 7 dias, à 37°C. Decorrido este período, asamostras foram divididas em 5 grupos experimentais (n=14), conforme tratamento aplicado: G1 (sem cimento e sem tratamento de superfície), G2 (cureta), G3 (cureta + jato de bicarbonato de sódio), G4 (cureta + óxido de alumínio) e G5 (cureta + ponta diamantada). Após os tratamentos de superfície, nove amostras de cada um dosgrupos experimentais receberam nova camada de adesivo, seguido de restauração com resina composta. Decorrido 48 horas de armazenamento, as amostras foram seccionadas em “palitos” com espessura média de 0,54 mm2, e submetidas à fratura em máquina de ensaio universal (0,5 mm/min). Os valores de resistência de união foram submetidos ao Teste ANOVA complementado pelo teste de Tukey (p<0,05). As fraturas foram classificadas em interfacial, mista e coesiva (em resina e adesivo). Para mensuração da espessura da camada híbrida e análise da morfologia de superfície do adesivo, as vinte e cinco amostras restantes foram preparadas para MEV. Os valores de espessura da camada de adesivo foram submetidos ao teste de ANOVA (p<0,05). Os valores médios de resistência de união foram (Mpa): G1-33,74; G2-29,04; G3-39,93; G4-32,53; G5-35,93. Diferença estatística foi observada apenas entre o grupo G2 e G3. As fraturas encontradas foram: interfacial (76,5%), mista (11%), coesiva em resina (9,4%) e coesiva em dentina (3,1%). Os valores médios da espessura da camada híbrida foram (µm): G1-193,04; G2-193,18; G3-187,85; G4-160,52; G5-212,40. Segundo o teste ANOVA, diferenças significativas não foram identificadas entre os tratamentos aplicados. A morfologia da superfície adesiva mostrou maior padrão de irregularidades para o grupo G3, seguido pelo G5. Com base na metodologia aplicada, pode-se concluir que o tratamento com jato de bicarbonato revelou significativos valores de resistência de união. Apesar disto, os valores de medidas da camada híbrida não mostraram diferenças significativas quando comparados entre si. As alterações na superfície do adesivo foram evidentes para o grupo G3 e G5.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2088482 - ALAIDE HERMINIA DE AGUIAR OLIVEIRA
Externo ao Programa - 1965631 - DANIEL MARANHA DA ROCHA
Presidente - 1836564 - FABIANO ALVIM PEREIRA

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