UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: RENATA DULTRA TORRES MOURA
19/12/2013 11:53


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RENATA DULTRA TORRES MOURA
DATA: 27/01/2014
HORA: 09:00
LOCAL: sala de aula Centro de Pesquisas Biomédicas
TÍTULO: QUANTIFICAÇÃO DO HBSAG: UMA NOVA PERSPECTIVA PARA O MONITORAMENTO DA HEPATITE B CRÔNICA
PALAVRAS-CHAVES: Hepatite B crônica, HBsAg quantitativo, vírus da Hepatite B, VHB DNA.
PÁGINAS: 68
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

Embora o nível de HBsAg seja determinado apenas qualitativamente na prática clínica rotineira, dados recentes sugerem que a sua quantificação pode auxiliar ou substituir a carga viral do VHB DNA no monitoramento da replicação do VHB, o que seria uma alternativa mais fácil e econômica. Desta forma, objetivou-se com este estudo, correlacionar os níveis de HBsAg com a carga viral do VHB DNA e com outros achados laboratoriais (HBeAg, ALT e AST) e histológicos (atividade e fibrose) em pacientes com hepatite B Crônica. Foi realizado um estudo observacional, prospectivo, transversal, com 128 pacientes portadores de hepatite B crônica, com idade igual ou superior a 18 anos, oriundos do Serviço de Hepatologia do Hospital Universitário de Sergipe. As variáveis categóricas foram apresentadas através de frequências e percentuais com intervalo de 95% quando pertinente. Para a análise das correlações utilizou-se o teste de Spearmn. Considerou-se que as correlações possuíam significância estatística quando p ≤ 0,05. A correlação global entre a carga viral do VHB e o HBsAg quantitativo foi fraca (rs=0,197; p=0,026); esta mesma correlação também foi fraca e sem significância estatística nos pacientes HBeAg positivos (rs=0.233; p=0,263). Porém, foi encontrada uma forte correlação entre o HBsAg e o VHB DNA > 20.000, nos pacientes HBeAg positivos. Não se observou associação estatisticamente significante entre os níveis de HBsAg e HBeAg, nem quando se considerou apenas os HBeAg positivos(rs: 0,121; p=0,565) e nem apenas os HBeAg negativos (rs=-0,067; p=0,501). A correlação entre o VHB DNA e o HBeAg positivo foi regular (rs=0,444; p=0,026). Não foi verificada correlação estatística entre os níveis de HBsAg e as transaminases (ALT e AST). A distribuição dos valores de HBsAg não diferiu entre os graus de atividade (p=0,17) e fibrose (p=0,20) Conclusão: Os resultados mostram que, de uma forma geral, a correlação entre os níveis de HBsAg e VHB DNA é fraca. Mas sugere que o HBsAg reflete melhor o VHB DNA na fase inicial da hepatite B crônica já que existiu uma forte correlação entre o HBsAg e o VHB DNA (>20.000) nos pacientes HBeAg positivos. Não foi verificada correlação entre o HBsAg e o HBeAg. As alterações das transaminases (AST, ALT) e da biópsia hepática (atividade e fibrose) não foram acompanhadas de aumento de HBsAg.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 426722 - ANGELA MARIA DA SILVA
Externo ao Programa - 1517978 - HUGO LEITE DE FARIAS BRITO

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