UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: CARINA CARVALHO SILVESTRE
26/11/2013 11:18


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CARINA CARVALHO SILVESTRE
DATA: 19/12/2013
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do CCET
TÍTULO: NECESSIDADE DA CONCILIAÇÃO DE MEDICAMENTOS: AVALIAÇÃO DA HISTÓRIA DA FARMACOTERAPIA DE PACIENTES ADMITIDOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
PALAVRAS-CHAVES: Segurança ao paciente, erros de medicação, discrepâncias na farmacoterapia, conciliação de medicamentos.
PÁGINAS: 120
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
SUBÁREA: Análise e Controle de Medicamentos
RESUMO:

INTRODUÇÃO. A segurança ao paciente é uma preocupação mundial. Neste contexto surgem práticas voltadas para a prevenção e correção de erros de medicamentos, como a conciliação de medicamentos. Assim, investigações sobre a obtenção da história de uso da farmacoterapia na admissão são necessárias para tais ações. OBJETIVO. Investigar a história do uso de medicamentos em pacientes admitidos em um Hospital Universitário (HU/UFS). METODOLOGIA.. A etapa 1 correspondeu a uma revisão sistemática a qual selecionou artigos sobre a conciliação de medicamentos conduzida por farmacêuticos na admissão hospitalar. A etapa 2, em andamento, correspondeu à avaliação das discrepâncias na farmacoterapia dos pacientes admitidos no HU/UFS. RESULTADOS. A revisão sistemática (etapa 1) avaliou 12 artigos, os quais mostraram que a conciliação de medicamentos era uma prática da rotina hospitalar em três estudos, em sete trabalhos foi informado que o farmacêutico possuía formação clínica e em dois estudos relataram ter conduzido um treinamento para realizar a conciliação. Quanto a avaliação das discrepâncias encontradas (etapa 2), foram avaliados 358 pacientes e destes 150 pacientes apresentaram uma ou mais discrepâncias não intencionais na farmacoterapia durante a admissão, sendo identificadas 327 discrepâncias no total. CONCLUSÃO. A revisão sistemática mostrou que maior parte dos estudos é observacional prospectivo e que a discussão entre farmacêuticos e médicos é a forma mais utilizada para avaliar a relevância clínica das discrepâncias. A avaliação das discrepâncias mostrou que essas são prevalentes no hospital. Assim, ações que promovam a segurança do paciente na admissão hospitalar devem ser implantadas.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1315121 - DIVALDO PEREIRA DE LYRA JUNIOR
Externo ao Programa - 3571566 - JULLYANA DE SOUZA SIQUEIRA QUINTANS
Interno - 1694328 - WELLINGTON BARROS DA SILVA

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