UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 26 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: OSVALDO DE SOUSA VENTURA
03/07/2013 12:21


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: OSVALDO DE SOUSA VENTURA
DATA: 10/07/2013
HORA: 10:00
LOCAL: Sala 49 (grupo de pesquisa) do Nupec
TÍTULO: Mapa da Inclusão Financeira do Estado de Sergipe
PALAVRAS-CHAVES: 1. Sistema Financeiro, 2. Bancos, 3. Inclusão Financeira, 4. Sergipe.
PÁGINAS: 111
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Economia
SUBÁREA: Economia Regional e Urbana
ESPECIALIDADE: Economia Regional
RESUMO:

O tema da presente dissertação é a inclusão financeira, definida pela equipe do Banco Central do Brasil, como um “processo de efetivo acesso e uso pela população de serviços financeiros adequados às suas necessidades, contribuindo para sua qualidade de vida”. Nos últimos anos, esse tema vem ganhando destaque no mundo e no Brasil, principalmente, por causa dos benefícios proporcionados pelo círculo virtuoso da inclusão financeira. Com o intuito de colaborar com o debate sobre esse tema, a presente dissertação objetivou mensurar o grau de inclusão financeira no estado de Sergipe, verificando as divergências nessa unidade da federação, no assunto. Para isso, foi mensurado o índice de inclusão financeira (IIF), conforme metodologia adotada pela equipe do Banco Central do Brasil, no Relatório de Inclusão Financeira nº 2, a partir da utiliza� �ão de indicadores de oferta e de demanda ao Sistema Financeiro Nacional (SFN), nos recortes microrregional e municipal, para o ano de 2010. Os resultados encontrados foram os seguintes. Primeiro, o grau de inclusão financeira do estado de Sergipe, medido pelo IIF foi baixo, tomando-se como base a escala do índice. Segundo, as microrregiões sergipanas apresentaram baixo grau de inclusão financeira, com exceção da microrregião de Aracaju. Assim, constatou-se que houve divergências significativas no grau de inclusão financeira entre as microrregionais do estado, em especial, quando elas foram comparadas com a microrregião de Aracaju. O destaque desta última deveu-se, principalmente, ao dinamismo socioeconômico da capital sergipana. No recorte municipal, constatou-se que os municípios sergipanos analisados também apresentaram baixo grau de inclusão financeira, com exceção da cidade de Aracaju. Terceiro, o estado de Sergipe apresentou-se mais inclusivo que o do Pará, embora este último tenha apresentado desigualdades internas menores no comparativo com o estado de Sergipe. Essa maior inclusão no estado sergipano ocorreu porque ele apresentou melhores indicadores econômico-sociais. Além disso, o território sergipano foi beneficiado por sua geografia mais favorável, com suas localidades mais próximas à capital e, assim, mais propícias a menores custos de transação. O trabalho conclui que o nível de inclusão financeira no estado de Sergipe é baixo e apresenta fortes divergências internas, seja no recorte microrregional, seja no municipal, mostrando que, assim como houve diferenças socioeconômicas significativas, também existiram diferentes graus de inclusão financeira dentro do território sergipano. Assim, para tornar o estado de Sergipe mais inclusivo, é preciso que os policymakers olhem mais para o interior do estado ao adotarem políticas públicas inclusivas ao Sistema Financeiro Nacional.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 388032 - TACITO AUGUSTO FARIAS
Interno - 1125293 - WAGNER NOBREGA
Externo ao Programa - 991949 - JEFERSON SAMPAIO DAVILA

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