UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 25 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: ANNE CAROLINE OLIVEIRA DOS SANTOS
25/02/2013 15:24


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANNE CAROLINE OLIVEIRA DOS SANTOS
DATA: 26/02/2013
HORA: 09:00
LOCAL: sala de videoconferência do RENORBIO
TÍTULO:

 

TRADUÇÃO E VALIDAÇÃO DO INSTRUMENTO “GUIA COMPORTAMENTAL DE ORIENTAÇÃO
SOBRE MEDICAMENTOS: REGISTRO DE AVALIAÇÃO DA ORIENTAÇÃO” PARA O PORTUGUÊS DO
BRASIL

TRADUÇÃO E VALIDAÇÃO DO INSTRUMENTO “MEDICATION COUNSELING BEHAVIOR GUIDELINES” PARA O PORTUGUÊS DOBRASIL


PALAVRAS-CHAVES:

Estudos de validação, comunicação em Saúde, farmacoterapia, simulação de pacientes.


PÁGINAS: 125
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

 

A literatura reconhece a necessidade de aprimorar as habilidades de comunicação e
conhecimentos farmacoterapêuticos entre profissionais e estudantes de Farmácia, mediante avaliação e
treinamento constante por meio de técnicas de simulação com pacientes. Para isso, é necessário utilizar
instrumento validado de avaliação das competências farmacêuticas que possa ser aplicado à realidade
brasileira. Diante disto, o presente trabalho de qualificação teve como meta traduzir e adaptar
transculturalmente o instrumento “Medication Counseling Behavior Guidelines: Counseling Assessment
Inventory” para o português do Brasil para ser utilizado na avaliação e/ou ensino das competências
farmacêuticas a estudantes de Farmácia. Para tanto, foi realizado um estudo observacional com
delineamento transversal, entre março a novembro de 2012. No estudo, foi utilizado o
instrumento “Medication Counseling Behavior Guidelines: Counseling Assessment Inventory” (USP, 1997-
1999), o qual foi aplicado numa amostra de 40 estudantes do curso de Farmácia. O processo de
adaptação transcultural teve início pela tradução e retrotradução do instrumento em estudo e pela
avaliação entre as versões geradas pelos comitês de juízes, de acordo com a equivalência semântica,
idiomática, cultural e conceitual. Em seguida, foram realizadas as etapas de pré-teste contando com uma
amostra de 40 estudantes de Farmácia. O procedimento descrito resultou no instrumento adaptado
transculturalmente para a língua portuguesa. Nas etapas de tradução e retrotradução foram feitas apenas
mudanças gramaticais para estabelecer equivalência transcultural entre as versões em análise. Com
relação à avaliação do comitê de juízes “A”, cinco itens (12,5%) revelaram menos que 80% de
concordância entre os juízes, sendo necessário alterá-los quanto à equivalência semântica.
Concordância superior a 80% foi verificada para todos os itens avaliados pelo Comitê de Juízes “B”. Na
etapa de pré-teste, houve necessidade de modificação de quatro itens no intuito de facilitar sua clareza e
compreensão. Os resultados demonstraram que a versão em Português (Brasil) do instrumento
apresenta equivalência transcultural com a versão original em inglês.

 

Resumo: A literatura reconhece a necessidade de aprimorar as competências farmacoterapêuticas

entre profissionais e estudantes de Farmácia, mediante avaliação e treinamento constante por meio

de técnicas de simulação com pacientes. Para isso, é necessário utilizar instrumentos de avaliação

validados que possam ser aplicados à realidade brasileira. Diante disto, a presente dissertação teve

como meta traduzir e validar o instrumento “Medication Counseling Behavior Guidelines” para o

português do Brasil. Foi desenvolvido um estudo de tradução e validação do instrumento “Medication

Counseling Behavior Guidelines” (USP, 1997-1999) para o português, no período de março a dezembro

de 2012. O processo iniciou pela tradução e retrotradução do instrumento. As versões geradas

foram avaliadas quanto as equivalências semântica e idiomática pelo comitê de juízes “A” e quanto

as equivalências cultural e conceitual pelo comitê de juízes “B”, ambos formados por experts desta

temática. Em seguida, foram realizados o pré-teste com 40 estudantes de Farmácia e a confiabilidade

do instrumento, por meio dos testes de confiabilidade inter-observadores, teste-reteste e consistência

interna. Para tanto, 180 estudantes de Farmácia foram entrevistados duas vezes (pesquisadores 1 e 2) e

dentro de um período de um mês (pesquisador 1). A versão final foi submetida à validação de conteúdo

realizada pelo comitê de juízes “C” formado por experts. O procedimento descrito resultou na versão

traduzida e validada do instrumento para a língua portuguesa. Nas etapas de tradução e retrotradução

foram feitas apenas mudanças gramaticais para estabelecer equivalência transcultural. Com relação à

avaliação do comitê de juízes “A”, seis itens (15,4%) revelaram menos que 80% de concordância entre

os juízes e sofreram alterações semânticas. Concordância superior a 80% foi verificada para todos os

itens avaliados pelo comitê de juízes “B”. No pré-teste, houve necessidade de modificação de quatro itens

(10,2%) para obter maior clareza e compreensão. A confiabilidade inter-observadores e teste-reteste

demonstrou reprodutibilidade de boa a excelente para a maioria dos itens (ICC = 0,60 – 0,98; p<0,0001)

e a consistência interna foi considerada alta (alfa de Cronbach = 0,99). O comitê de juízes “C” modificou

seis itens (15,4%), julgando o instrumento pertinente em representar o domínio o qual pretende medir. Os

resultados demonstraram que o instrumento “Guia Comportamental de Orientação sobre Medicamentos”

apresenta bom desempenho de validade e confiabilidade.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1315121 - DIVALDO PEREIRA DE LYRA JUNIOR
Externo à Instituição - MATEUS RODRIGUES ALVES
Interno - 1694328 - WELLINGTON BARROS DA SILVA

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