UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Setembro de 2021


Notícias

Banca de DEFESA: TIAGO DE OLIVEIRA SANTOS
07/02/2013 14:42


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: TIAGO DE OLIVEIRA SANTOS
DATA: 26/02/2013
HORA: 09:00
LOCAL: SALA 2 NEREN
TÍTULO:

FLORÍSTICA, ESTRUTURA FITOSSOCIOLÓGICA E PRODUÇÃO DE SERAPILHEIRA DO MANGUEZAL DO RIO SÃO FRANCISCO


PALAVRAS-CHAVES:

Ecossistema costeiro; Fitossociologia; Produção primária; Sergipe


PÁGINAS: 69
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
RESUMO:

O passivo ambiental criado por conta do uso não sustentável dos recursos naturais ao longo dos anos possibilita uma série de indagações. No caso dos ecossistemas costeiros, em particular, os manguezais, uma porção significativa vem sendo suprimida e/ou degradada por conta da ocupação e exploração desordenada de suas áreas. Dessa forma, o levantamento de informações sobre a estrutura da vegetação torna-se uma valiosa ferramenta para o conhecimento do estado atual dos mesmos. Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi caracterizar a florística, estrutura fitossociológica e produção de serrapilheira do manguezal do estuário do rio São Francisco, Sergipe. Essa ação fornecerá uma descrição estrutural da comunidade arbóreo-arbustiva do manguezal e os fatores que promovem alterações nessas comunidades. A floresta foi caracterizada pela média de altura e diâmetro, densidade de troncos e área basal, adotando-se o método de parcelas, distribuídas pelo estuário e respeitando o gradiente de inundação de marés, em um total de 34 (trinta e quatro). Os resultados confirmaram que o manguezal do rio São Francisco apresentam um desenvolvimento heterogêneo, apresentando-se mais elevado na região intermediária do estuário, onde é menor a influência dos impactos antropogênicos. Foram registradas as espécies: Avicennia schaueriana, Avicennia germinans, Laguncularia racemosa, Rhizophora mangle e Conocarpus erectus. A altura média das florestas variou de 2,88 a 15,63 m, o DAP médio de 3,95 a 19,74 cm, a área basal viva de 4,22 a 47,83 m2.ha-1 e a densidade de troncos vivos de 375 a 9100 troncos.ha-1. A produção média de serapilheira foi de 13,53 t.ha-1.ano-1 no primeiro ano e 13,21 t.ha-1.ano-1 no segundo ano. Quando analisados estatisticamente, estes valores não apresentaram uma diferença significativa (ANOVA, p>0,05). De modo geral, a produção de serapilheira, por compartimento, apresentou a seguinte ordem decrescente: Folhas > Galhos e Ramos > Estípulas > Frutos e Propágulos > Miscelânea > Flores. Dos tensores que promoveram maiores impactos, destaca-se a erosão marinha que por meio do deposito de sedimentos marinhos no manguezal, promoveu alterações na fisiologia das espécies, levando-as à morte, e atividades antrópicas, como a supressão de grandes áreas para implantação da carcinicultura (cultivo de camarões).


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - FABRICIO JAQUES SUTILI
Presidente - 1201910 - FRANCISCO SANDRO RODRIGUES HOLANDA
Interno - 1352277 - GENESIO TAMARA RIBEIRO

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2021 - UFRN v3.5.16 -r16088-62c448d53e