UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 20 de Outubro de 2020


Notícias

Banca de DEFESA: ANDERSON LEITE FREITAS
22/01/2013 17:03


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANDERSON LEITE FREITAS
DATA: 31/01/2013
HORA: 09:00
LOCAL: sala 01 do PRODEMA
TÍTULO:

 

AVALIAÇÃO DA ADESÃO EM MULHERES COM CÂNCER DE MAMA EM USO DE
QUIMIOTERÁPICO ADJUVANTE ORAL.

AVALIAÇÃO DA ADESÃO EM MULHERES COM CÂNCER DE MAMA EM USO DE QUIMIOTERÁPICO ADJUVANTE ORAL.


PALAVRAS-CHAVES:

Adesão, câncer de mama, câncer, Adaptação transcultural.


PÁGINAS: 49
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

 

O câncer de mama é o câncer que mais acomete mulheres em todo o mundo. Países
desenvolvidos enfrentam altas taxas de câncer de mama em todo mundo. O Brasil tem enfrentado
taxas semelhantes a de países desenvolvidos como o Japão. As estimativas do INCA crescem a cada
ano, em Sergipe para 2012 foram previstos 370 novos casos. A indústria farmacêutica vem evoluindo
e trazendo mais inovações nas drogas utilizadas para o câncer. Mais da metade das drogas aprovadas
pelo FDA são de uso oral, a qual é preferida por mais de 80% dos pacientes em uso de quimioterapia,
por vários motivos. O grande desafio no uso da terapia oral é a adesão ao medicamento. Estudos tem
mostrado adesão variando de 15-90%, isto leva a não garantia da efetividade do tratamento e aumenta
a probabilidade de recorrência do câncer. Para tanto foi realizado uma revisão sistemática da literatura
para verificar as diversas metodologias usadas para mensurar a adesão a farmacoterapia em câncer. A
metodologia se baseou em busca ativa nas bases de dados: Medline/Pubmed, Scopus e Cinhal e Lilacs.
Em busca de artigos que mensuraram a adesão a farmacoterapia oral de pacientes com câncer. Foram
encontrados 1089 trabalhos, seguindo os critérios de exclusão foram incluídos 21 artigos nesta revisão.
Cerca de 70% dos artigos foi realizado em países desenvolvidos. A maioria uso apenas uma metodologia
para mensurar a adesão, apenas sete artigos usaram duas ou mais metodologias. A metodologia mais
utilizada foi o MEMS utilizado por sete artigos, o MPR (taxa de posse de medicamento) foi utilizado por
seis artigos como medida exclusiva para avaliar a adesão. Também foi feito uma tradução e adaptação
transcultural do questionário “Cancer Patient Self-Report Non-Adherence Questionnaire” usado para
mensurar adesão ao tratamento do câncer. A metodologia foi feita com a tradução, retro-tradução e um
teste piloto com 30 pacientes com câncer. Foram observados que os pacientes que pensaram em parar
todo seu tratamento tiveram um score de 4,6(SD 0,5), portanto maior que as pessoas que não pensaram
em parar com score de 2,6(SD 2,3) esta diferença entre as médias é significativa feita através do teste de
Mann-Whitney =7,48, p=0,006. Assim como a diferença entre as médias de quem penso em parar parte
do tratamento com score médio de 3,85(SD 1,77), em relação as pessoas que não pensaram em parar
seu tratamento com score médio de 2,65(SD 2,4), também suas médias obtiveram diferença significativa
portanto, tem uma maior probabilidade de não adesão ao tratamento. em Inglês.

O câncer de mama é o câncer que mais acomete mulheres em todo o mundo. Países
desenvolvidos enfrentam altas taxas de câncer de mama em todo mundo. O Brasil tem enfrentado
taxas semelhantes a de países desenvolvidos como o Japão. As estimativas do INCA crescem a cada
ano, em Sergipe para 2012 foram previstos 370 novos casos. A indústria farmacêutica vem evoluindo
e trazendo mais inovações nas drogas utilizadas para o câncer. Mais da metade das drogas aprovadas
pelo FDA são de uso oral, a qual é preferida por mais de 80% dos pacientes em uso de quimioterapia,
por vários motivos. O grande desafio no uso da terapia oral é a adesão ao medicamento. Estudos tem
mostrado adesão variando de 15-90%, isto leva a não garantia da efetividade do tratamento e aumenta
a probabilidade de recorrência do câncer. Para tanto foi realizado uma revisão sistemática da literatura
para verificar as diversas metodologias usadas para mensurar a adesão a farmacoterapia em câncer. A
metodologia se baseou em busca ativa nas bases de dados: Medline/Pubmed, Scopus e Cinhal e Lilacs.
Em busca de artigos que mensuraram a adesão a farmacoterapia oral de pacientes com câncer. Foram
encontrados 1089 trabalhos, seguindo os critérios de exclusão foram incluídos 21 artigos nesta revisão.
Cerca de 70% dos artigos foi realizado em países desenvolvidos. A maioria uso apenas uma metodologia
para mensurar a adesão, apenas sete artigos usaram duas ou mais metodologias. A metodologia mais
utilizada foi o MEMS utilizado por sete artigos, o MPR (taxa de posse de medicamento) foi utilizado por
seis artigos como medida exclusiva para avaliar a adesão. Também foi feito uma tradução e adaptação
transcultural do questionário “Cancer Patient Self-Report Non-Adherence Questionnaire” usado para
mensurar adesão ao tratamento do câncer. A metodologia foi feita com a tradução, retro-tradução e um
teste piloto com 30 pacientes com câncer. Foram observados que os pacientes que pensaram em parar
todo seu tratamento tiveram um score de 4,6(SD 0,5), portanto maior que as pessoas que não pensaram
em parar com score de 2,6(SD 2,3) esta diferença entre as médias é significativa feita através do teste de
Mann-Whitney =7,48, p=0,006. Assim como a diferença entre as médias de quem penso em parar parte
do tratamento com score médio de 3,85(SD 1,77), em relação as pessoas que não pensaram em parar
seu tratamento com score médio de 2,65(SD 2,4), também suas médias obtiveram diferença significativa
portanto, tem uma maior probabilidade de não adesão ao tratamento. em Inglês.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1694328 - WELLINGTON BARROS DA SILVA
Interno - 1334092 - FRANCILENE AMARAL DA SILVA
Externo ao Programa - 1838236 - AURELIA SANTOS FARAONI

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