UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Setembro de 2021


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Banca de DEFESA: FERNANDA FERREIRA TAVARES
17/01/2013 14:04


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FERNANDA FERREIRA TAVARES
DATA: 28/01/2013
HORA: 09:00
LOCAL: SALA 2 NEREN
TÍTULO:

PROPAGAÇÃO E CONSERVAÇÃO IN VITRO DE GENÓTIPOS DE BATATA-DOCE [Ipomoea batatas (L.) Lam.]


PALAVRAS-CHAVES:

propagação, genótipos, batata-doce


PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
RESUMO:

A batata-doce (Ipomoea batatas L.) é uma espécie pertencente à família Convolvulaceae, originária das Américas. Cultivada em mais de 100 países ela é considerada um alimento valioso na alimentação humana e de animais domésticos. Além disso, vem demonstrando outra grande potencialidade, que é a produção de biomassa voltada para a produção de biocombustível. Neste contexto, o objetivo do trabalho foi avaliar o enraizamento de estacas foliares na produção de mudas e desenvolver um protocolo de conservação in vitro de genótipos de batata-doce (Ipomoea batatas L.). O delineamento do experimento de estaquia foliar foi em blocos casualizados em esquema fatorial 4x2, sendo quatro tipos de folhas, de acordo com a sua posição na planta (4, 5, 6 e 7) e AIB (0,0 e 100 mg.L-1). O ensaio foi conduzido em casa de vegetação sob irrigação e nebulização intermitentes com sombreamento de 50%, localizada no DEA da UFS, município de São Cristóvão-SE. As variáveis analisadas aos 30 dias após plantio foram: sobrevivência (%), número de folhas, número de brotações, altura de planta (cm), comprimento de raiz (cm) e massa seca de raiz (mg), caule (mg), folha (mg) e pecíolo (mg). Os ensaios de conservação foram conduzidos no Laboratório de Cultura de Tecidos e Melhoramento Vegetal do DEA na UFS. O meio de cultura utilizado foi o MS suplementado com 0,7 % de ágar e pH ajustado para 5,8 ± 0,1, seguido de esterilização em autoclave. O delineamento foi inteiramente casualizado e o tipo de explante utilizado foi o segmento nodal. O ensaio 1 foi em esquema fatorial 4x5x2 sendo quatro genótipos (IBP-007, IBP-052, IBP-072 e IBP-137), cinco concentrações de ácido abscísico (0,0; 1,0; 2,0; 4,0 e 8,0 mg.L-1) e duas temperaturas (18 e 25ºC). O ensaio 2 foi em esquema fatorial 4x3x3x2 sendo quatro genótipos (IBP-007, IBP-052, IBP-072 e IBP-137), três variações dos sais MS (50, 75 e 100%), três concentrações de sacarose (10, 20 e 30 g.L-1) e duas temperaturas (18 e 25ºC). A cada três meses foi avaliada a sobrevivência (%), altura de brotos e viabilidade das brotações. Todos os dados foram submetidos à análise de variância com teste F e, quando significativos, as médias foram comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade ou utilizada a regressão polinomial. A 4ª, 5ª e 6ª folha em substrato pó-de-coco na ausência de AIB, propiciaram maior eficiência na estaquia foliar de batata-doce. A conservação dos genótipos de batata-doce IBP-052 e IBP-007 por três e seis meses, respectivamente pode ser obtida em meio MS acrescido de 2,0mg.L-1 de ABA à 18 ou 25ºC. Os genótipos IBP-072 e IBP-137 podem ser conservados por três e seis meses, respectivamente em meio MS na ausência de ABA a 18ºC. É possível conservar IBP-052 e IBP-072 por seis meses e IBP-007 e IBP-137 por nove meses com o uso de sacarose 30g.L-1 e 50% de sais MS.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - JOSE LUIZ SANDES DE CARVALHO FILHO
Presidente - 2307480 - MARIA DE FATIMA ARRIGONI BLANK

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