UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 03 de Agosto de 2021

PPGCINE

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM CINEMA

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: SCARLETT MARIA ARAÚJO MORAES
02/08/2021 13:09


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SCARLETT MARIA ARAÚJO MORAES
DATA: 02/08/2021
HORA: 14:00
LOCAL: Link remoto
TÍTULO: O Signo Cor na Narrativa Fílmica: uma perspectiva peirceana
PALAVRAS-CHAVES: Semiótica. Colorização fílmica. Narrativa fílmica. Interpretação cinematográfica.
PÁGINAS: 94
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Artes
SUBÁREA: Cinema
ESPECIALIDADE: Interpretação Cinematográfica
RESUMO:

O advento da cor no cinema desperta reflexões desde que os primeiros filmes surgiram, quando as escalas cromáticas ainda eram ausentes, mas já problematizavam efeitos e sugestões ópticas junto ao público. Tamanha foi a polivalência conquistada na passagem histórica da colorização manual das películas para a manipulação proporcionada pela tecnologia digital, que identificamos a necessidade de um método capaz de assegurar a legitimação das interpretações possíveis a esse elemento nos filmes. Sob esse intuito, propomos abordar a cor enquanto signo segundo a Semiótica de Charles S. Peirce, cuja base fenomenológica na concepção dos signos e nos conceitos de sua Gramática Especulativa, serve-nos de pontos de referência para um percurso analítico que parta do nível dos sentimentos imediatos – do campo estético, e alcance, se for o caso, o nível dos pensamentos – ao campo lógico. A partir dessa abordagem, e localizando a cor na esfera da narrativa fílmica, recorremos a autores como Júlio Plaza (2003), Lúcia Santaella (2002) – cujos estudos usam da corrente peirceana para uma semiótica aplicada – e Martine Joly (1994), que transita entre a Semiologia e a Semiótica. Nosso objetivo é constatar a maneira como a cor se vincula no contexto ou conteúdo de um filme, a partir de conhecimentos semióticos e específicos acerca do fenômeno cromático no cinema, e de ferramentas da análise fílmica para analisar as qualidades da cor, o que ela denota e como o faz, e os efeitos que provoca no intérprete, o que valida, em certa medida, a atividade e subjetividade do espectador. Ao propor e exemplificar um método, buscamos aprofundar a experimentação fílmica a partir da camada de sentido cromático.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1263773 - FERNANDO DE MENDONCA
Interno - 1693029 - CARLOS EDUARDO JAPIASSU DE QUEIROZ
Externo à Instituição - MARIA DO CARMO DE SIQUEIRA NINO

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