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DDMA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Notícias

Banca de DEFESA: MARCELA PRADO MENDONÇA
27/01/2023 14:53


Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARCELA PRADO MENDONÇA
DATA: 28/02/2023
HORA: 08:30
LOCAL: PRODEMA
TÍTULO: AS INVISIBILIDADES DAS MULHERES PESCADORAS E MARISQUEIRAS NO CONTEXTO SOCIOMBIENTAL EM ARACAJU
PALAVRAS-CHAVES: Mulheres negras; Pesca artesanal; Analise de conteúdo;Racismo Ambiental
PÁGINAS: 101
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

Esta tese demonstra que a atividade de pesca e mariscagem, presente emtodo o território sergipano, é invisível. Buscaremos estabelecer a relação entre astemáticas da mulher, da mulher negra, do meio ambiente, do racismo ambiental, dapesca, da mariscagem, da pobreza e das invisibilidades que são temas em agendaspúblicas, como no jornalismo por exemplo, no entanto, nas academias, a interconexãoentre esses assuntos caminham a passos lentos, pois são temáticas tratadas de formaseparadas, o que dificulta a percepção e, por consequência a análise das múltiplasconexões que há entre elas. A pesquisa de campo foi realizada nos bairros Industrial eMosqueiro, territórios da pesca e da mariscagem na cidade de Aracaju. A hipótesenorteadora desta pesquisa é a de que, a invisibilização da mulher pescadora emarisqueira, acontece por questões socioambientais que serão explanadas einterconectadas através das perspectivas da interseccionalidade, decolonialidade, dofeminismo e do racismo ambiental. A segunda hipótese é a de que as mulherespescadoras e marisqueiras possuem um amplo conhecimento sobre as águas, osmanguezais e sobre os pescados e que a relação de apropriação desenvolvida pelaspescadoras locais com a natureza é caracterizada por extremos laços de identidade,pertencimento e, principalmente respeito, onde são desenvolvidos valores simbólicos emateriais que asseguram o seu modo de vida, mas esses modos não aparecemnecessariamente como visíveis ou legitimados pela sociedade. A terceira e últimahipótese é de que o Estado, nas esferas jurídicas e de saúde e a sociedade pela culturaexcludente não dão conta das especificidades que envolvem o trabalho da mulherpescadora e marisqueira para que a ocupação, privatização e degradação dos territóriosda pesca em Aracaju continuem a ser explorados de forma predatória e insustentável eprincipalmente, para que essas mulheres continuem invisíveis socioambientalmente.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 388007 - ADAUTO DE SOUZA RIBEIRO
Externo à Instituição - LORENA XAVIER CONCEIÇÃO SANTOS
Interno - 2222763 - MARIA JOSE NASCIMENTO SOARES
Interno - 1190318 - NUBIA DIAS DOS SANTOS
Externo ao Programa - 1922531 - ROBERTO DOS SANTOS LACERDA

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