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PROPADM

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Notícias

Banca de DEFESA: JOSÉ LUCAS BRANDÃO COSTA
19/02/2024 17:28


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ LUCAS BRANDÃO COSTA
DATA: 26/02/2024
HORA: 09:00
LOCAL: https://meet.google.com/zuk-mayi-qth
TÍTULO: EMPREENDEDORISMO DIGITAL: ENTRE CONDIÇÕES ESTRUTURAIS EMPREENDEDORAS, AUTOEFICÁCIA E TRANSPOSIÇÃO DE BARREIRAS
PALAVRAS-CHAVES: Empreendedorismo Digital. Condições Estruturais Empreendedoras. Autoeficácia Empreendedora. Superação de Barreiras.
PÁGINAS: 112
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Administração
SUBÁREA: Administração de Empresas
ESPECIALIDADE: Mercadologia
RESUMO:

O empreendedorismo digital, nos últimos anos, desponta como uma tendência de mercado. Muitos são os benefícios de se empreender digitalmente, no entanto, existem desafios consideráveis a serem enfrentados por aqueles que buscam empreender por meio das plataformas digitais. Para amenizar esse tipo de situação, o Global Entrepreneurship Monitor - (GEM) propôs as Condições Estruturais do Empreendedorismo (CEEs), essas estão diretamente interligadas às atividades empreendedoras e visam apresentar os principais fatores que contribuem para superação dos obstáculos daqueles que buscam empreender. A pesquisa de Molina-López et al. (2021), a qual foi realizada na Espanha e exclusivamente com empreendedoras digitais, confirmou a importância das CEEs na superação de barreiras para estabelecer negócios digitais femininos. Essa relação estava sendo mediada pela percepção de autoeficácia empreendedora. Estudos que versam sobre as barreiras no processo de criação de empresas digitais ainda são necessários. Assim, Molina-López et al. (2021) propõem a expansão, o aprimoramento e a consolidação do modelo por eles desenvolvido diante de empreendedores de ambos os sexos (feminino e masculino). Frente a esse gap, o presente estudo verificou os efeitos da relação entre condições estruturais empreendedoras (CEEs), autoeficácia empreendedora (AUTEF) e superação de barreiras (BADIG), no processo de criação de empresas digitais no Nordeste brasileiro. Esta pesquisa se classifica como descritiva, de natureza quantitativa e com recorte transversal. A coleta de dados ocorreu por meio de um Survey oinline, com aplicação de um questionário que foi elaborado na plataforma google forms, sendo este aplicado a 170 empreendedores digitais do nordeste brasileiro. Para seleção desses indivíduos, utilizou-se da técnica de amostragem não probabilísticas por acessibilidade. Os dados foram analisados por meio dos testes de estatística descritiva e técnicas de análise multivariada, com a utilização dos softwares estatísticos Excell e WarpPLS 4.0. Os achados da pesquisa confirmaram que as condições estruturais empreendedoras possibilitam um efeito significativo e positivo na superação das barreiras para o empreendedorismo digital. Já as condições estruturais empreendedoras apresentaram um efeito positivo e significativo na percepção da autoeficácia empreendedora. A percepção de autoeficácia, por sua vez, possui efeito positivo e significativo para a superação de barreiras em empreendimentos digitais. Por fim, conclui-se ainda que existe uma relação de mediação frente aos caminhos dos constructos CEE→ AUTEF→ BADIG, indicando que as CEEs, quando mediadas pela autoeficácia, possibilitam um efeito positivo na superação de barreiras; esse efeito é mais expressivo do que aquele que ocorre na relação direta entre CEE→ BADIG.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - GUSTAVO DAMBISKI GOMES DE CARVALHO
Interno - 1662887 - MARIA ELENA LEON OLAVE
Presidente - 2105477 - RÚBIA OLIVEIRA CORRÊA

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